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Um dente ausente no sorriso pode afetar bastante a autoestima! Nesses casos, próteses e implantes – como as pontes e as coroas – podem ser as soluções ideais! Além de ajudarem na aparência, as peças também contribuem para a saúde bucal e evitam problemas como inflamações ou até um deslocamento dentário. A Dra. Renata Paraguassu, especialista em implantodontia, responde todos os questionamentos sobre esses implantes!

1. O que são pontes?

As pontes, também chamadas de próteses parciais fixas ou pontes fixas, são cimentadas nos dentes e só podem ser removidas por um dentista. A peça ganhou esse nome por “ligar” os dentes pilares – vizinhos ao lugar do implante – criando uma “ponte” no espaço vazio entre eles e completando o sorriso. “São próteses dentárias utilizadas para restabelecer a presença de um ou mais dentes ausentes, sendo necessário usar dentes adjacentes ao espaço edêntulo como pilares para a fixação da prótese”, define a Dra. Renata.

1.1. Para que servem as pontes?

As pontes fixas servem para substituir um dente que foi perdido, seja por um acidente ou até mesmo pela idade e o enfraquecimento dos ossos. Chamada de dente pôntico, a prótese irá repor essa ausência e, assim, ajudar na mastigação e na harmonização do seu sorriso.

1.2. Quando as pontes são a solução mais indicada?

Normalmente, as pontes são indicadas em casos em que um ou mais dentes estão ausentes, já que elas irão preencher completamente o espaço deixado por eles. Além disso, as pontes também irão ajudar a evitar diversos problemas, como a gengivite ou uma alteração na posição dos dentes.

1.3. Tipos de pontes

Existem dois tipos de pontes fixas:

– Pontes tradicionais: são as mais utilizadas na odontologia. Feitas de cerâmica, porcelana e metal, a ponte tradicional é mantida no lugar por duas coroas, uma em cada dente pilar. “As pontes fixas convencionais requerem um desgaste substancial dos dentes pilares e sobre estes as pontes são devidamente cimentadas”, explica Renata;

– Pontes adesivas: assim como a versão tradicional, a ponte adesiva é feita de metal ou porcelana. Antes da aplicação do dente pôntico, é criada uma estrutura nesses elementos para receber a prótese. “São mais utilizadas nas regiões anteriores das arcadas dentárias e requerem menor desgaste nos dentes pilares”, diz a dentista.

1.4. Como as pontes são incluídas no sorriso?

Para avaliar se as pontes fixas são a melhor solução para seu sorriso, o ideal é consultar um dentista de confiança – e, de preferência, que seja um especialista em próteses e implantes. Depois de te conhecer melhor e agendar o procedimento, o profissional tira medidas para fazer o dente pôntico e o molde permanente. Nessa primeira etapa, o dentista coloca uma ponte provisória, que irá marcar a posição da prótese e garantir sua saúde bucal. Quando a ponte definitiva estiver pronta, ele irá acrescentá-la ao seu sorriso e cimentá-la para garantir sua durabilidade.

2. O que são coroas?

Ao contrário das pontes, as coroas são próteses parciais, que são indicadas para pacientes que perderam apenas uma parte do dente. Essa perda pode ocorrer por meio de uma lesão, fratura ou até mesmo uma cárie. “As coroas são próteses dentárias que devolvem a anatomia de todo o dente, englobando todas as faces dentárias”, acrescenta Renata.

2.1. Qual é a função das coroas?

Ficou em dúvida sobre qual prótese é a melhor opção para você? A Dra. Renata esclarece: “Pontes substituem a ausência de um ou mais dentes”, diz. “Já coroas servem para restabelecer estética e função de um dente que teve grande perda de massa coronária”.

2.2. Em que situações as coroas são indicadas?

As coroas são boas opções para restaurar dentes com fraturas ou proteger os que passaram por um tratamento de canal. Esse tipo de prótese também é uma opção para tratamentos em que os dentes têm pouca estrutura. Elas ainda podem ser usadas para ligar próteses, cobrir implantes ou até mesmo disfarçar a aparência de dentes descoloridos ou deformados.

2.3. Tipos de coroas

As coroas são, geralmente, feitas nesses materiais:
– Cerâmica;
– Liga de metais;
– Liga de metais e cerâmica.

Segundo Renata, todos os materiais são igualmente indicados para casos de grande perda na estrutura dentária. “A necessidade estética é um dos principais motivadores na escolha do tipo de material, sendo a opção por cerâmica pura a mais indicada”, acrescenta ela. “As coroas de metal e metalocerâmica podem ser indicadas em regiões de forte carga oclusal, principalmente quando precisamos restabelecer a dimensão vertical do paciente.”

2.3. Como as coroas são colocadas nos dentes?

No caso das coroas, o dente que irá recebê-la é lixado e medido para a confecção da prótese. “Os implantes dentários são uma alternativa de planejamento terapêutico em casos de perdas dentárias”, diz Renata. “A diferença principal é a existência de uma fase cirúrgica quando se opta por um tratamento com implantes, mas uma grande vantagem é não precisar desgastar dentes adjacentes à área edêntula”

3. Dúvidas sobre pontes e coroas

É normal que, antes de qualquer procedimento cirúrgico, surjam algumas dúvidas. Será que dói? Como é o pós-operatório? Que cuidados devo ter com a minha prótese? Quanto tempo ela vai durar? O Sorrisologia traz as respostas!

3.1. Cuidados com pontes e coroas

Depois de colocar pontes e coroas, é ainda mais importante não descuidar da saúde bucal! Não deixe de escovar os dentes depois das refeições e conte com a ajuda de uma escova interdental. O fio dental também não pode ficar de fora dessa rotina, ok? Todo cuidado é pouco para valorizar seu novo sorriso!

3.2. Quanto tempo dura uma ponte ou uma coroa?

A durabilidade da sua prótese vai depender também da sua higiene bucal e dos processos de manutenção. “Assim como os dentes requerem cuidados preventivos e de manutenção da saúde dos tecidos envolvidos. Estudos longitudinais mostram casos de sucesso de mais de 20 anos de acompanhamento”, conta Renata.

3.3. Vantagens e riscos

“As principais vantagens são o restabelecimento da função plena e o ganho estético no sorriso. Obviamente, estes dois fatores agregam um grande aumento na qualidade de vida do paciente”, explica Renata. Os riscos e efeitos adversos, conta a profissional, são pequenos e podem ocorrer apenas se o planejamento dentário não for feito de forma criteriosa.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Renata Paraguassu – Especialista em Ortodontia, Ortopedia Funcional dos Maxilares e Implantodontia
Niterói – RJ
CRO-RJ: 24711