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Estomatite aftosa, viral, venenata, migratória benigna e pioestomatite vegetante são tantos tipos da doença bucal, mas elas têm dois fatores em comum: o inchaço e a ferida! Quando na boca, essa doença é representada por pequenas úlceras e inflamações na cavidade. Mas, com exceção ao quadro da afta, esses problemas bucais devem ser acompanhados de um profissional, já que o diagnóstico de “estomatite” é amplo e insuficiente para um tratamento elaborado. Para tirar todas as dúvidas, o estomatologista Daniel Cohen explicou o funcionamento da doença para o Sorrisologia!

Quais são as causas para os possíveis quadros de estomatite?

Estomatite é um termo muito amplo. Por isso, foram-se criando “sobrenomes” para que os profissionais tivessem uma definição mais certa do que a doença se tratava. “Concluir que o paciente apresenta estomatite traduz um desconhecimento do quadro específico do que propriamente o diagnóstico detalhado de uma determinada condição”, explica o profissional. Assim, hoje, na odontologia, se tem os mais diversos nomes e sobrenomes de doenças relacionadas à estomatite. Todas elas são caracterizadas por inflamações na boca.

Cada problema pode representar uma causa diferente. Mas na grande maioria dos casos, as estomatites estão relacionadas com o vírus do herpes simples ou com gripes que enfraquecem o sistema imunológico do paciente, esses são os casos da estomatite aftosa e da viral. Esta última ainda pode ser causada pelo vírus coxsackie, resultando em outras doenças como a da mão, pé e boca. Mas, em outros casos, as causam podem ser mais específicas. “Estomatite venenata trata-se de um processo alérgico nas membranas mucosas”, comenta. Existem ainda doenças, como a estomatite migratória benigna e a pioestomatite vegetante, que não apresentam causas definidas. O organismo simplesmente as manifesta.

O tratamento é o mesmo para qualquer estomatite?

Não. Por mais que a maioria tenha estomatite no nome, os tratamentos podem ser bem diferentes. “Os tratamentos para cada tipo de estomatite são extremamente variáveis e dependem de cada caso”, explica. O mais importante é que, depois de notados os sintomas, o paciente procure um estomatologista e também um outro profissional que vai ajudar no prognóstico possível para o paciente, como infectologistas ou imunologistas.

A prevenção para inflamações na boca

Como muitos dos quadros não apresentam causas definidas, a prevenção é manter um estilo de vida saudável. “Não há uma fórmula mágica para prevenir processos inflamatórios da cavidade bucal, porém o consumo de ao menos 5 porções de frutas e vegetais por dia, aliado à atividade esportiva regular podem fazer a diferença para contribuir com um bom estado de saúde bucal, obviamente aliado a uma boa higiene oral”, finaliza o especialista.

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Daniel Cohen Goldemberg – PhD. Estomatologia e Patologia Bucal
Rio de Janeiro – RJ
CRO-RJ: 29267