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A primeira pergunta que vem à cabeça de quem coloca o aparelho fixo é: quanto tempo terei que ficar com ele? Todos os tratamentos duram o mesmo tempo? É possível acelerar o tratamento ortodôntico? O fato é que o tempo de uso pode variar bastante. Isso, porque muitos fatores podem influenciar o processo. Por isso, não se assuste caso seja necessário passar um período maior com o aparelho. Para esclarecer essas dúvidas comuns, a cirurgiã-dentista Daniele Haller explica porque o tempo comum de uso do aparelho ortodôntico pode variar.

Cada detalhe influencia no tempo de tratamento

Apesar do período médio do uso de aparelho ter em torno de dois anos, é importante ressaltar que cada particularidade importa no tratamento e, consequentemente, no tempo que é preciso para corrigir a sua situação. “A demora nos tratamentos pode estar relacionada à complexidade do caso, à idade do paciente e à fase de dentição”, explica a dentista.

Além destes, a profissional também alerta para os casos que se prolongam devido à falta de colaboração dos pacientes. “A quebra do aparelho, faltas sucessivas às consultas de ativação e falta de higiene, que gera inflamação gengival e dificulta o movimento, também são fatores que fazem com que o processo dure mais”, completa.

Entenda quando os pacientes usam o aparelho por mais tempo do que o esperado

Como cada caso apresenta diferentes necessidades, Daniele explica que não é incomum que alguns pacientes tenham que estender o tratamento por até cinco anos, por exemplo. “Nos casos que é necessário acompanhamento entre a dentição mista e a permanente ou cirurgia é preciso aguardar a fase correta de crescimento para algumas intervenções. Por isso, eles podem ser mais demorados”.

Sendo assim, a profissional recomenda a seguir as orientações do seu dentista e cumprir os intervalos entre as consultas para não retardar ainda mais o tratamento. Além disso, ela adverte sobre os cuidados necessários com a alimentação. “Para evitar a quebra do aparelho, alimentos duros e grudentos como pipoca, amendoins, balas mastigáveis e chicletes devem ficar de fora da dieta”, esclarece.

É possível acelerar o tratamento ortodôntico?

Depois de alguns anos usando aparelho, conter a impaciência em querer ver o sorriso sem a presença dos ferrinhos pode ser uma tarefa difícil. Com isso, algumas pessoas acabam buscando meios para agilizar o processo. Daniele ressalta, no entanto, que não se deve fazer o tratamento baseado nessas técnicas. “Cada indivíduo reage de forma muito peculiar às forças empregadas no tratamento. Alterações hormonais, idade, compleição física, uso de medicamentos e outros fatores diferenciam muito um paciente de outro, modificando também a reação do organismo e o tempo de movimento. Por isso, devemos sempre levar em consideração as individualidades de cada um”, concluiu.

Este artigo tem a contribuição da especialista:
Daniele Haller – Cirurgiã-dentista da Clínica DH Odonto com graduação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Rio de Janeiro – RJ
CRO-RJ 25.461