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A Disfunção Temporomandibular, conhecida como DTM, não afeta apenas sua saúde bucal: por se tratar de um problema crônico, as complicações também pode impactar nosso bem estar emocional. Estima-se que, em 12% dos pacientes nos consultórios de dentistas, as dores tenham relação com fatores psicológicos, como a depressão e transtornos de ansiedade. Conversamos com o Dr. Robson Caumo para saber mais sobre esse tema!

Como os transtornos na ATM podem afetar nosso bem-estar emocional?

Apesar de hoje ainda não existir uma resposta definitiva para a relação entre a DTM e a depressão, o Dr. Robson conta que os estudos dessa questão estão avançando. “Sabe-se hoje que pacientes com DTM crônica apresentam um alto risco de depressão, assim como diversos outros transtornos psiquiátricos, como a síndrome do pânico e transtornos de ansiedade”, analisa ele. “Principalmente porque a dor e desconforto já estão presentes por um longo período de tempo.”

Quais são os tratamentos para o quadro de DTM e depressão?

Para quem já lida com as complicações da DTM, é importante também ficar atento aos sinais da depressão, que incluem:

– falta de vontade em fazer atividades que antes eram prazerosas;
– perda ou aumento do apetite;
– dificuldade de concentração;
– insônia;
– pessimismo intenso;
– apatia e irritabilidade;
– ansiedade, entre outros.

Quanto ao tratamentos para essas questões, Robson recomenda: “Os transtornos psiquiátricos devem ser tratados pelo psiquiatra e pelo psicólogo por meio de medicamentos, incentivo ao exercício físico e todas demais terapias que os profissionais julguem necessárias, em concomitância ao tratamento da DTM, feito pelo cirurgião-dentista especialista em DTM”.

Por que é importante que o tratamento para a DTM seja multidisciplinar?

É importante lembrar que, para o sucesso do tratamento, as soluções para o quadro DTM precisam ser multidisciplinares – as disfunções na ATM afetam não só a saúde da boca, mas do organismo como um todo. “A etiologia das DTM geralmente é multifatorial, então cada profissional deve atuar na sua área a fim de aliviar ou eliminar os sintomas tão desagradáveis do problema”, acrescenta Robson. “Vale mencionar que os tratamentos podem ser feitos em concomitância, envolvendo dentistas, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, acupunturistas, entre outros.”

Este artigo tem a contribuição do especialista:
Robson Caumo – Ortodontista e Especialista em DTM
Niterói – RJ
CRO-RJ: 30043