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Antisséptico bucal Pro-Saúde Noite

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O enxaguante bucal tem um importante papel na higiene bucal: prevenir que os problemas se instalem no seu sorriso. Algumas pessoas até gostam de utilizar o produto, outras não fazem tanta questão e acabam deixando essa etapa de lado na hora de realizar a higiene. Será que isso pode influenciar na saúde bucal? Misturar um pouquinho de água na embalagem ajuda a diminuir a ardência? Quem usa enxaguante bucal realmente precisa escovar os dentes ou só o produto basta para deixar o sorriso limpinho? O Sorrisologia te conta 6 fatos sobre o assunto!

1. Existem diferentes tipos de enxaguantes bucais

Na hora de escolher um enxaguante bucal, poucas pessoas se atentam às especificidades de cada produto por achar que “é tudo igual”, mas não é bem assim. A verdade é que há diversos tipos de enxaguantes bucais e, de acordo com a sua fórmula, os ingredientes contidos no produto podem ou não ser benéficos para o seu universo bucal. Por isso, ler o rótulo antes de comprar é fundamental para verificar se o enxaguante escolhido atende de fato às suas necessidades. Pacientes que fizeram clareamento dental, por exemplo, devem evitar os que possuem corantes em sua fórmula, já que eles podem causar as temidas manchas nos dentes.

2. Não se pode misturar enxaguante bucal com água

Na tentativa de amenizar o incômodo provocado pelos enxaguantes bucais – por ser um produto relativamente forte e ardente -, algumas pessoas tendem a acrescentar um pouquinho de água na embalagem. Porém, essa é uma atitude que deve ser repensada, pois ao fazer isso, o paciente altera a concentração do produto e, consequentemente, a sua fórmula. Logo, ele torna-se menos eficaz e a proteção bucal ao invés de ser fortalecida, fica enfraquecida.

3. Enxaguante bucal em excesso pode ser prejudicial

De acordo com especialistas, o uso de enxaguante bucal deve ser realizado de uma a duas vezes por dia após a escovação dos dentes. Ultrapassar esse limite pode ser prejudicial à saúde, já que, por se tratar de um produto “forte”, ele corre o risco de agredir a mucosa bucal caso seja utilizado em excesso. Além disso, o paladar do paciente também pode ser alterado. Portanto, é sempre muito importante se atentar à fórmula do produto e bater um papinho com o dentista para verificar qual é a melhor opção para o seu caso, buscando sempre orientações de uso.

4. Enxaguante bucal não substitui a escovação

Assim como o fio dental, o enxaguante bucal é uma ferramenta complementar à higiene bucal para que todo o seu sorriso fique ainda mais protegido. No entanto, seu uso não deve substituir o processo de escovação, pois ela é a principal forma de eliminar as placas bacterianas e remover os restos alimentares que se depositam nos dentes – ou seja, ela é a responsável por praticamente toda a limpeza da boca. O papel dos enxaguantes, por outro lado, é atuar na prevenção de doenças na região, como cáries, sensibilidade, gengivite ou periodontite.

5. Enxaguante bucal alivia mau hálito temporariamente

Tentar se livrar do mau hálito às vezes é uma tarefa difícil, mas não impossível. Muitas pessoas recorrem ao enxaguante bucal acreditando que ele vai ser o salvador da pátria, mas a verdade é que ele é uma solução apenas temporária. É claro que assim que o produto for utilizado, a refrescância é imediata, mas isso não adianta de nada se o paciente não estiver escova os dentes – e principalmente a língua – corretamente. Então nada de se apegar ao seu uso achando que isso pode resolver o mau hálito para sempre, hein?

6. A supervisão do dentista é importante

Fazer uma minuciosa pesquisa na internet sobre qual é o melhor enxaguante bucal pode até funcionar em alguns casos, mas antes de escolher por si só qual será o seu companheiro de higiene, é fundamental consultar um dentista. Com a ajuda de um especialista, ficará muito mais fácil adquirir um produto que atenda às necessidades do seu sorriso e é ele que vai informar qual a dosagem correta para o seu caso, já que isso também pode variar de pessoa para pessoa.